História do Barco em Portugal
O objetivo das viagens de barco à Índia era trocar as especiarias dos indianos por alimentos nossos.
A velocidade máxima dos antigos barcos era 11 km por hora.
Nessas viagens compridas, os marinheiros ficavam sempre fracos e desanimados por causa da fome.
A melhor alimentação era para quem, antigamente, mandava. E quando havia problemas na embarcação, os marinheiros juntavam-se para ver o que podiam fazer, para ver os mapas e usavam tochas.
Os passageiros adoeciam e morriam por causa dos piolhos, das baratas, dos ratos e da água metida em barris bolorentos. Os marinheiros ficavam enjoados porque durante muito tempo só viam céu e mar.
Antigamente os marinheiros não podiam jogar porque os religiosos não gostavam e atiravam as cartas borda fora.
Recentemente os navios cruzeiro chegam a ter 5.000 passageiros que se divertem em bares, discotecas, jardins, centros comerciais, centros de patinagem, piscinas, e cinema, etc...
Os enjoos ainda são um problema porque as ondas ainda batem com força, mas a fome já não é um problema porque já levam comida até transbordar.
Hoje em dia a velocidade máxima é de 40 km por hora.
Imagens escolhidas pelos alunos:
Texto criado por:
Beatriz; Issumaila; Débora
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